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A mostrar mensagens de fevereiro 19, 2015

Não há hora

Não há hora para se amar. A nós ou a alguém. Se não há hora, não há dia, nem mês. É a qualquer momento. Pode ser agora. Ou amanhã. Ou nunca, também é possível. Desacreditei do amor. Acreditei nunca mais amar. Juro. Acreditei. Mas tão mal. Amei. E volto a amar. É impressionante como não há mesmo momento para isso voltar a acontecer. Sem querermos. E quando finalmente queremos o amor ganha-nos e volta a nos deixar. Foi tanto tempo sem saber qual a sensação do amor, tanto tempo que até agora pensei não amar como te amo. Sabia que não eras uma pessoa qualquer, mas acredita que não sabia gostar de ti como hoje sei. E sei bem. Foi preciso perder, deixar ir para querer dizer-te que foste tu. Foste tu que conseguiste voltar a me dar razões para acreditar nisso. Para acreditar que é possível amar pela segunda e terceira vez. E eu amava-te duas, três, quatro, infinitas vezes, porque apesar de eu não merecer o teu amor, tu mereces o meu. Oh, se mereces. Tenho pena. Pena de não me ter apaixonado...